A minha paixão é pelas orquideas, mas a do lú é por bonsai, logo vamos ter que sair para dar espaço para as plantas.
Colocarei aqui fotos de minhas orquídias e aos poucos minha experiência com cada uma delas, também postarei textos que me ajudaram e ajudam, alguns com o nome de seus devidos autores e outros não sabidos, mas que assim que souber serão mencionados.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
BONSAI
A minha paixão é pelas orquideas, mas a do lú é por bonsai, logo vamos ter que sair para dar espaço para as plantas.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
ADUBAÇÃO QUE APRENDI NO ORQUIDÁRIO DELANTONIA
O PARAISO


quinta-feira, 21 de maio de 2009
ADUBAÇÃO POR DENITIRO WATANABE
CYMBIDIUM

- Nome Científico: Cymbidium sp
- Nome Popular: Cimbídio
- Família: Orchidaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: Ásia
- Ciclo de Vida: Perene
Uma das poucas orquídeas terrestres, o cimbídio apresenta crescimento simpodial, isto é, formando rizomas e pseudobulbos horizontalmente. É uma orquídea muito popular no Brasil pois devido à sua rusticidade e beleza, é largamente comercializada em vasos. Suas folhas são coriáceas e longas e os pseudobulbos são ovóides. As raízes são grossas e delicadas, quebrando-se ao serem manuseadas sem cuidado.
Os híbridos comerciais apresentam flores de diversas cores, entre o amarelo, o rosa, o vinho, o branco, etc e combinações, sendo que muitas vezes o labelo apresenta cores mais vibrantes e diferentes. A inflorescência, formada geralmente na primavera, é grande e composta de muitas flores.
São cultivados em vasos com substratos preparados, com areia e terra vegetal, bem drenados, em locais protegidos, como estufas e orquidários telados, irrigados regularmente. Aprecia o frio do inverno. Multiplica-se divisão da planta após a floração, separando-se mudas completas com pelo menos dois pseudobulbos cada.
LUDISIA DISCOLOR


Esse vaso não é meu, eu tenho uma vaso de ludisia discolar que ganhei da minha avó, ele estava indo muito bem até já estava florido, mas um sabiá que mora no meu jardim resolveu que ia comê-lo inteirinho, deixou apenas um galhinho, que esta com muita dificuldade de ir para frente, eu tenho a impressão que as raizes ficam muito superficiais, não conseguem se aprofundar será que é assim mesmo? se alguem tiver alguma dica eu agradeço.
Vale a pena ver: http://www.orquidariocuiaba.com.br/especies-de-orquideas/ludisia-discolor-ker-gawl-a-rich
segunda-feira, 18 de maio de 2009
ARUNDINA


Nome Técnico:Arundina graminifolia (D. Don) Hochr
Syn.: Arundina bambuseifolia (Roxb.) Lindl.
Nomes Populares :orquídea bambu ou orquidea de jardim
Família :Família Orchidaceae
Origem:Originária da Sri lanka, Malásia
Descrição:A Arundina é a única espécie deste gênero e de origem asiática com clima tropical.
Planta herbácea perene de caule parecido com junco, formando grandes touceira de altura que pode chegar até 2,0m.
Suas folhas são estreitas e finas com até 19 cm de comprimento e com ponta aguçada.
As flores são isoladas, cor-de-rosa com o labelo em cor-de-rosa forte ou púrpura e sépalas rosadas que envolvem o caule.
Também são encontradas a Arundina graminifolia alba, de flores brancas.
Floresce da primavera ao início de outono e pode ser cultivada em todo o país.
Modo de Cultivo :
Local ensolarado, solo rico em material orgânico e bem drenado.
Plantar em cova com muito composto orgânico e adubo animal mas com cascas de pinus ou de coco para garantir boa drenagem.
Paisagismo:Forma touceiras e seu uso junto a muros ou paredes ensolaradas causa belo efeito, bem como em canteiros isolados
( texto tirado do site: www.fazfacil.com.br)
VANDA
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CATTLEYA WALKERIANA
"A Cattleya walkeriana foi descoberta em em 1839, por George Gadner, um médico apaixonado por botânica, em suas andanças pelo Brasil no período de1836 a 1841. Providenciou seu registro em 1843, no London Journal of Botany,volume 2, páginas 662 e 663. Interessante observar que, no registro daplanta, Gardner atribuiu o mérito de haver encontrado a planta ao assistenteEdward Walker, seu acompanhante nos últimos dois anos de sua viagem, e seunome foi uma homenagem a Walker.
Vejam só a lisura do Gardner, e está no registro da planta : " O nomeespecífico servirá para reconhecer os serviços do Senhor Edward Walker, queme acompanhou como assistente durante os últimos dois anos das minhasviagens no Brasil e cuja atividade e inteligência me permitiram fazer muitosacréscimos às minhas coletas e que poderiam, de outra forma, me terempassado desapercebidos, como, por exemplo, a presente planta.".
A planta floriu pela primeira vez fora de seu habitat nas estufas de SigmundRucker em 1847.
Nativa do Brasil, é uma planta de porte pequeno, epífita/rupícula, queocorre naturalmente entre os paralelos 15° e 21°, entre 700 a 1000 metros,sendo endêmica nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, MatoGrosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.
A Cattleya walkeriana é uma das Cattleyas de maior distribuição geográfica,e se considerarmos a quantidade de plantas em seu habitat, talvez seja aespécie mais comum do gênero. Habita a área de seca sazonal atrás dasmontanhas costeiras e sua distribuição é limitada a oeste pela área de sêcaextrema (outono e inverno) ao centro do Brasil. Isso faz descrever o climada área de distribuição da C. walkeriana como as espécie que requerem umlongo período de sêca que duram de 3 a 6 meses, dependendo da localizaçãoparticular.
Por indistintamente crescer em árvores de folhas caducas ou decíduas (queperdem as folhas no período de sêca) ou em rochas calcáreas, com sua raizaderindo totalmente ao tronco ou rocha, mantendo aí a sustentação para seudesenvolvimento, estas condições permitem a planta receber luz solar plenana estação mais fria e seca e ser protegida durante os meses mais quentes.São geralmente encontradas em grande número e em grandes touceiras.
As Cattleya walkeriana são plantas pequenas, especialmente se considerarmosque as flores, que possuem entre 8-10 cm, são aproximadamente metade daaltura da planta.
Distingue-se das maior parte das demais espécies pelo hábito geral dafloração, que frequentemente nascem de um crescimento do rizoma horizontal,na realidade não um pseudo bulbo, de comprimento razoável, bem arredondado.
Dependendo da população local de um determinado habitat (e os rigores dessehabitat) um segundo padrão pode ocorrer, florindo de um pseudobulbo quetambém produz uma folha nova.
A C. walkeriana é uma planta favorita entre vários cultivadores, devido ao tamanho das flores produzidas por uma espécie tão pequena, sendo a razão do porque é utilizada largamente em hibridação. As pétalas e sépalas sãomagenta ou púrpura. O labelo é ametista púrpura, sendo creme na base e aplanta produz 1, 2 ou 3 flores por haste. Suas flores são perfumadas e delonga duração.
Não é considerada uma espécie muito difícil de cultivar desde que determinadas condições sejam satisfeitas. As C. walkeriana prosperam melhor sobre casca de peroba ou de vellozia - geralmente apreciam substratos que sequem rapidamente. Pode-se cultivar com sucesso em placas finas de cimento,feitas com argamassa sem cal, em 3 partes de cimento por 2 de areia fina.Coloque por cima algumas pedras ou material poroso.
Luminosidade elevada, em seu habitat, às vezes vegeta diretamente exposta aosol. Baixa umidade mas bastante rega durante o período de crescimento. Podeser cultivada em clima quente, temperado ou frio."