


Colocarei aqui fotos de minhas orquídias e aos poucos minha experiência com cada uma delas, também postarei textos que me ajudaram e ajudam, alguns com o nome de seus devidos autores e outros não sabidos, mas que assim que souber serão mencionados.



DESEJO A TODOS UM FELIZ NATAL E UM 2010 CHEIO DE REALIZAÇÕES E
MUITAS FLORES!!!!
ABRAÇOS A TODOS !!!!!




| O nome | Nome escolhido por José Masdeval, médico da Corte do Rei da Espanha, Carlos III. |
| Ocorrência | As orquídeas pleurotalóides fazem parte de uma Subtribo de cerca de 3000 espécies, o que representa aproximadamente 10% das orquídeas encontradas no mundo. O gênero Masdevallia compreende cerca de 500 espécies, distribuídas do sul do México até o sul do Brasil, passando pela Colômbia, Equador, Peru e Bolívia, onde são encontradas nas partes mais altas das serras. Crescem vigorosamente nas selvas altas das montanhas, com grande ocorrência de chuva e neblina, notadamente das zonas altas da Cordilheira dos Andes. |
| Aspecto vegtatativo | Masdevallia (Masd) não possui pseudobulbos, sendo formada por ramicaules eretos, saindo a haste floral da sua base. Trata-se de planta com tripla característica, podendo ser terrestre (ou seja, que nasce na terra, no solo), epífita (ou seja, planta que vive sobre outras plantas) e litófita (ou seja, planta que cresce diretamente sobre rochas ou em fendas de rochas, onde um mínimo de matéria orgânica é acumulada). Os ramicaules são eretos. |
| As flores | As flores da Masdevallia infracta surgem de hastes que emergem da base da planta e apresentam uma flor por haste. As cores variam de púrpura, marrom, amarelo, chegando quase à branca, nesse caso apresentando estrias levemente escuras. As sépalas são unidas no formato de um cálice, apresentando prolongamentos em suas 3 (três) pontas, com o aspecto de pequenas antenas. Uma característica bem interessante é que ela chega a dar de 5 a 6 flores na mesma haste, de forma seqüencial. Desta forma, enquanto a haste floral estiver verde não deve ser cortada na base, porque continuará a dar flores. Quando não tem mais condições de florescer a haste vai ficando amarela e seca, podendo, então, ser cortada na base. A floração ocorre principalmente na primavera, no mês de novembro, podendo entrar pelo mês de dezembro. As flores, contando as antenas (caldas) chegam a 8cm. de envergadura, ficando com 12 a 15cm. de altura da borda do vaso. |
| Perfume | As flores não apresentam perfume. |
| Pragas e doenças | Como as demais orquídeas, são sujeitas ao ataque de cochonilhas e de pulgões, podendo o combate, preventivo, ser feito com óleo de neem e citronela, mediante pulverizações periódicas. |
| Cultivo | Sempre se ouve dizer que as Masdevallias são de difícil cultivo, entretanto, não chega a ser bem assim. Elas precisam de noites frias para florescer, mas adaptam-se muito bem a ambientes com temperaturas mais moderadas, principalmente a espécie infracta, escolhida como a planta do mês de novembro (2007). Cultivadas em local bem arejado, com umidade acima de 75%, mantendo-se o substrato úmido (não encharcado) e pouca luminosidade, elas florescem muito bem, até mesmo no nível do mar. A adubação deve ser feita na base da metade do que se costuma fornecer para Cattleyas e Laelias, tanto no que se refere à periodicidade, quanto à concentração do adubo. Em outras palavras: a adubação deve ser feita apenas uma vez por mês e utilizando-se a metade da dose indicada pelo fabricante. Gostam de vasos pequenos e, de preferência, de barro, deixando-se o limo nas paredes externas do vaso e na parte superior do substrato. |
| Híbridos | A Masdevallia infracta tem sido utilizada na formação de vários híbridos intragenéricos, porém, o mais comum é o intergenérico resultante do seu cruzamento com Dráculas, que originam o híbrido denominado Dracuvallia (Drvla) |
| Premiações | Plantas de Masdevallia infracta costumam ser premiadas pela American Orchid Society – AOS na modalidade CCM (Certificate of Cultural Merit), que é uma premiação dada ao cultivo e à planta como um todo, não somente para a flor. Entretanto, existem vários clones premiados pela forma de suas flores, destacando-se os seguintes: ‘Gunpowder Falls’, HCC de 77 pontos; ‘Cincinnati’, AM de 81 pontos; ‘Menehune’, AM de 81 pontos; ‘Harford’, AM de 81 pontos |
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Herbácea perene, epífita, característica de clima subtropical. As flores despontam principalmente no verão, nascem na parte terminal de uma longa haste, são muito vistosas, amareladas com manchas marrons, que lembram a pele de alguns felinos.
Nome Popular: Colmanara
Nome Científico: Colmanara Wildcat
Divisão: Angiospermae
Família: Orchidaceae
Origem: Híbrida
Como Cuidar/Cultivar a sua Colmanara Wildcat?
Deve ser cultivada à meia sombra, as regas podem ser diárias ou a cada dois dias, aprecia uma variação de temperatura entre o dia e a noite.

| EXPOSIÇÕES DA AOSP |
Setembro 18,19,20 - 81ª EXPOSIÇÃO DE ORQUÍDEAS - AOSP – SP Local: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa |




Consideradas as orquídeas-amor-perfeito, pela semelhança de suasflores com o amor-perfeito, asMiltoniopsis são orquídeas epífitas e delicadas. Muitas vezes confundidas com Miltonias, as Miltoniopsis diferem destas por apresentarem uma folha por pseudobulbo ao invés de duas. Outra diferença marcante é que os psedobulbos de Miltoniopsis são bem próximos, enquanto que os de Miltonias são separados por um longo rizoma. As flores da orquídea-amor-perfeito são grandes, planas, duráveis e perfumadas, com belas cores. É considerada por muitos uma orquídea de difícil cultivo, não recomendada para orquidófilos iniciantes.
Apreciam luz difusa, e quando na luminosidades correta apresentam um leve tom rosado nas folhas. Luz em excesso deixa suas folhas avermelhadas ou amareladas. Devem ser cultivadas em substrato leve, próprio para epífitas, com grande capacidade de reter umidade, como fibra de côco. Requer regas freqüentes, sem encharcamento. Multiplica-se divisão da planta.


A grande beleza da flor é acentuada pelo labelo, de cores muito variáveis e que, de certo modo, determina a ordem classificatória das diversas variedades aceitas nos estados em que esta espécie é mais cultivada: Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Cultivo Cultivar Laelia purpurata não é difícil, embora ela exija o atendimento de alguns requisitos que são essenciais: luz abundante, umidade relativa do ar bastante elevada, local de cultivo muito arejado e intensa fertilização, sobretudo nos meses que antecedem a floração. O vaso de plantio não deve ser grande, o que torna, às vezes, complicado arrumar as plantas na bancada do orquidário, dado o porte avantajado da planta. O vaso de plástico preto tem sido o preferido pelos orquidários comerciais por permitir menos regas. |
As Catléias estão entre as maisbonitas e populares orquídeas, sendo por este, entre outros motivos, as preferidas para a produção de híbridos comerciais da moda, normalmente com orquídeas do gênero Laelia, Brassavola e Brassia, amplamente disponíveis no mercado. Sua flores são bastante grandes e vistosas e surgem durante a primavera ou outono. São rizomatosas e possuem um pseudobulbo alongado e bastante intumescido, com uma ou duas folhas também rígidas e intumescidas. As Catléias se diferenciam das Lélias por apresentarem 4 políneas*, enquanto as segundas apresentam 8 políneas.
Ao adquirir uma Catléia florida, mantenha-a dentro de casa, próxima a uma janela bem iluminada. Regue-a sempre que o substrato secar. Suas flores são muito duráveis se cuidadas desta maneira. Quando a flor murchar e secar, remova-a, juntamente com a haste floral, cortando com uma tesoura esterilizada. A partir deste momento você poderá replantá-la caso necessário.
As Catléias são em sua maioria epífitas, isto é, desenvolvem-se sobre o tronco das árvores. Por este motivo você pode cultivá-las sobre as árvores, inicialmente amarradas com barbantes ou sisal. Podem ser cultivadas em vasos também, preferencialmente de barro, madeira ou cerâmica, bem forrados com pedriscos para uma perfeita drenagem. O susbtrato pode ser composto de uma mistura de cascas de árvores, carvão vegetal, cascas e fibras de côco, entre outros materiais próprios para epífitas. Não enterre o rizoma (caule paralelo ao solo), ele deverá ficar sobre o substrato. Devem ser cultivadas à meia-sombra, com regas frequentes no verão e reduzidas no inverno.
A Adubação deve ser suave e diluída, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta. Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Evite subdividir demais as plantas, sob pena de elas enfraquecerem muito. Comercialmente pode ser multiplicada por meristema, através de uma avançada tecnologia laboratorial que permite a produção em grande escala de milhares de clones da mesma planta.
*Massas cerosas constituída por grãos de pólen e uma substância viscosa e transparente, presente nos estames de algumas flores, principalmente nas orquidáceas e asclepiadáceas.



Uma das poucas orquídeas terrestres, o cimbídio apresenta crescimento simpodial, isto é, formando rizomas e pseudobulbos horizontalmente. É uma orquídea muito popular no Brasil pois devido à sua rusticidade e beleza, é largamente comercializada em vasos. Suas folhas são coriáceas e longas e os pseudobulbos são ovóides. As raízes são grossas e delicadas, quebrando-se ao serem manuseadas sem cuidado.
Os híbridos comerciais apresentam flores de diversas cores, entre o amarelo, o rosa, o vinho, o branco, etc e combinações, sendo que muitas vezes o labelo apresenta cores mais vibrantes e diferentes. A inflorescência, formada geralmente na primavera, é grande e composta de muitas flores.
São cultivados em vasos com substratos preparados, com areia e terra vegetal, bem drenados, em locais protegidos, como estufas e orquidários telados, irrigados regularmente. Aprecia o frio do inverno. Multiplica-se divisão da planta após a floração, separando-se mudas completas com pelo menos dois pseudobulbos cada.


Esse vaso não é meu, eu tenho uma vaso de ludisia discolar que ganhei da minha avó, ele estava indo muito bem até já estava florido, mas um sabiá que mora no meu jardim resolveu que ia comê-lo inteirinho, deixou apenas um galhinho, que esta com muita dificuldade de ir para frente, eu tenho a impressão que as raizes ficam muito superficiais, não conseguem se aprofundar será que é assim mesmo? se alguem tiver alguma dica eu agradeço.
Vale a pena ver: http://www.orquidariocuiaba.com.br/especies-de-orquideas/ludisia-discolor-ker-gawl-a-rich


Nome Técnico:Arundina graminifolia (D. Don) Hochr
Syn.: Arundina bambuseifolia (Roxb.) Lindl.
Nomes Populares :orquídea bambu ou orquidea de jardim
Família :Família Orchidaceae
Origem:Originária da Sri lanka, Malásia
Descrição:A Arundina é a única espécie deste gênero e de origem asiática com clima tropical.
Planta herbácea perene de caule parecido com junco, formando grandes touceira de altura que pode chegar até 2,0m.
Suas folhas são estreitas e finas com até 19 cm de comprimento e com ponta aguçada.
As flores são isoladas, cor-de-rosa com o labelo em cor-de-rosa forte ou púrpura e sépalas rosadas que envolvem o caule.
Também são encontradas a Arundina graminifolia alba, de flores brancas.
Floresce da primavera ao início de outono e pode ser cultivada em todo o país.
Modo de Cultivo :
Local ensolarado, solo rico em material orgânico e bem drenado.
Plantar em cova com muito composto orgânico e adubo animal mas com cascas de pinus ou de coco para garantir boa drenagem.
Paisagismo:Forma touceiras e seu uso junto a muros ou paredes ensolaradas causa belo efeito, bem como em canteiros isolados
( texto tirado do site: www.fazfacil.com.br)
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"A Cattleya walkeriana foi descoberta em em 1839, por George Gadner, um médico apaixonado por botânica, em suas andanças pelo Brasil no período de1836 a 1841. Providenciou seu registro em 1843, no London Journal of Botany,volume 2, páginas 662 e 663. Interessante observar que, no registro daplanta, Gardner atribuiu o mérito de haver encontrado a planta ao assistenteEdward Walker, seu acompanhante nos últimos dois anos de sua viagem, e seunome foi uma homenagem a Walker. Vejam só a lisura do Gardner, e está no registro da planta : " O nomeespecífico servirá para reconhecer os serviços do Senhor Edward Walker, queme acompanhou como assistente durante os últimos dois anos das minhasviagens no Brasil e cuja atividade e inteligência me permitiram fazer muitosacréscimos às minhas coletas e que poderiam, de outra forma, me terempassado desapercebidos, como, por exemplo, a presente planta.". A planta floriu pela primeira vez fora de seu habitat nas estufas de SigmundRucker em 1847. Nativa do Brasil, é uma planta de porte pequeno, epífita/rupícula, queocorre naturalmente entre os paralelos 15° e 21°, entre 700 a 1000 metros,sendo endêmica nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, MatoGrosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. A Cattleya walkeriana é uma das Cattleyas de maior distribuição geográfica,e se considerarmos a quantidade de plantas em seu habitat, talvez seja aespécie mais comum do gênero. Habita a área de seca sazonal atrás dasmontanhas costeiras e sua distribuição é limitada a oeste pela área de sêcaextrema (outono e inverno) ao centro do Brasil. Isso faz descrever o climada área de distribuição da C. walkeriana como as espécie que requerem umlongo período de sêca que duram de 3 a 6 meses, dependendo da localizaçãoparticular. Por indistintamente crescer em árvores de folhas caducas ou decíduas (queperdem as folhas no período de sêca) ou em rochas calcáreas, com sua raizaderindo totalmente ao tronco ou rocha, mantendo aí a sustentação para seudesenvolvimento, estas condições permitem a planta receber luz solar plenana estação mais fria e seca e ser protegida durante os meses mais quentes.São geralmente encontradas em grande número e em grandes touceiras. As Cattleya walkeriana são plantas pequenas, especialmente se considerarmosque as flores, que possuem entre 8-10 cm, são aproximadamente metade daaltura da planta. Distingue-se das maior parte das demais espécies pelo hábito geral dafloração, que frequentemente nascem de um crescimento do rizoma horizontal,na realidade não um pseudo bulbo, de comprimento razoável, bem arredondado. Dependendo da população local de um determinado habitat (e os rigores dessehabitat) um segundo padrão pode ocorrer, florindo de um pseudobulbo quetambém produz uma folha nova. A C. walkeriana é uma planta favorita entre vários cultivadores, devido ao tamanho das flores produzidas por uma espécie tão pequena, sendo a razão do porque é utilizada largamente em hibridação. As pétalas e sépalas sãomagenta ou púrpura. O labelo é ametista púrpura, sendo creme na base e aplanta produz 1, 2 ou 3 flores por haste. Suas flores são perfumadas e delonga duração. Não é considerada uma espécie muito difícil de cultivar desde que determinadas condições sejam satisfeitas. As C. walkeriana prosperam melhor sobre casca de peroba ou de vellozia - geralmente apreciam substratos que sequem rapidamente. Pode-se cultivar com sucesso em placas finas de cimento,feitas com argamassa sem cal, em 3 partes de cimento por 2 de areia fina.Coloque por cima algumas pedras ou material poroso. Luminosidade elevada, em seu habitat, às vezes vegeta diretamente exposta aosol. Baixa umidade mas bastante rega durante o período de crescimento. Podeser cultivada em clima quente, temperado ou frio." | O nome e sinônimos | Nome dado em homenagem ao Lord Ackland, em cuja propriedade floriu pela primeira vez na Europa. Sinônimo: Epidendrum aclandiae (LINDL.) RCHB. F., WALPERS Annales Botanices Systematicae 6:312,1861 |
| O gênero | Cattleya. |
| Habitat e ocorrência | Bahia, na região da Mata Atlântica e, também, nas regiões mais secas da caatinga e matas secas nas proximidades do mar e dos vales dos rios Paraguaçu (que deságua no Recôncavo da Baía de Todos os Santos) e Jacuipe. |
| Forma vegetativa | Simpodial e epífita. É planta de pequena estatura, com pseudobulbos de, no máximo, 15 a 20 cm, raramente mais um pouco, até 25 cm. Bifoliada, com folhas coriáceas. Inflorescência apical e sem espata. Coluna exposta. |

Este gênero compreende numerosas e diferentes espécies, em sua maioria, de características epífitas ou terrestres. A maior parte encontra-se em locais de altitude do Perú, Equador e Colômbia. Uma característica interessante de muitas espécies deste gênero é que suas flores não fazem o movimento que as flores das orquídeas fazem para se posicionar de modo que o labelo fique como uma pista de pouso para os polinizadores, isto é, horizontal com inclinação para baixo.
A inflorescência é como um pequeno buquê de flores pequenas, bastante durável. As flores apresentam coloração muito variada, de acordo com a espécie ou híbrido.
Os híbridos mais populares no Brasil, são geralmente terrestres e apreciam luminosidade intensa, com luz direta nas horas mais frescas do dia. Devem ser cultivados em uma mistura leve de areia, fibra de côco e um pouco de terra vegetal. A adubação deve ser suave, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta.
Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Comercialmente pode ser multiplicada por sementes e por meristema, através de uma avançada tecnologia laboratorial que permite a produção em grande escala de milhares de clones da mesma planta.

"Dendrobium phalaenopsis – Denphale
Denphal, Denphale, Dendrobium phalaenopsis,qual o nome correto destas plantas? Na verdade, o que são exatamente estas plantas?
Não se trata, como muitos acreditam e chegam a afirmar, de um híbrido entre Dendrobium e Phalaenopsis, dois gêneros que por sua distancia jamais poderiam se cruzar.
Existe uma espécie de Dendrobium que pelo formato de suas flores que lembram bastante as flores de um Phalaenopsis, recebeu o nome de Dendrobium phalaenopsis. Este Dendrobium cruzado com outros Dendrobiuns próximos a ele, produziu híbridos que mantiveram a semelhança com Phalaenopsis, e passaram a ser chamado de Denphal ou Denphale.
Curiosamente existem hoje híbridos chamados de Denphal que não possuem entre seus ancestrais o Dendrobium phalaenopsis, mas apenas outras espécies próximas deste, tais como Dendrobium bigibbum, Dendrobium undulatum, Dendrobium stratiotes, Dendrobium tokai, entre outros. Coisas de orquidófilos.
Na maior parte do mundo, os Denphal são conhecidos apenas como Dendrobium. Como no Brasil os híbridos de Dendrobium do grupo do Dendrobium nobile são muito difundidos e cultivados, coube a eles “adotar” o nome do gênero, restando, portanto ao outro grupo menos difundido entre nós, o do Dendrobium phalaenopsis receber o nome Denphal, nome este “inventado” não se sabe por quem.
Embora a grande predominância no mercado seja dos Denphal de colorido avermelhado, que vai do rosa ao vinho, passando por todos os tons e texturas, chegando em alguns casos a apresentar um aspecto aveludado e quase negro, podemos encontrar também plantas com muitas outras cores.
Existem os Denphal conhecidos como compactos, cujo porte da planta raramente ultrapassa trinta centímetros e plantas que passam fácil de um metro e até um metro e meio de altura, sem contar a haste floral. O tamanho das flores também é variado, indo de 3 até 10cm, dependendo das plantas que entrarem em seu cruzamento. São em geral muito floríferos, e podem exibir simultaneamente cinco ou mais hastes florais saindo todas de um único pseudobulbo, apresentando cada uma de duas até mais de 20 flores. Além disso, é muito comum que um pseudobulbo que já tenha florido volte a florir no ano seguinte e mesmo por mais anos.
As flores do Denphal são duráveis, chegando uma planta a permanecer florida por até três meses seguidos.
São plantas facilmente adaptáveis ao nosso clima, de modo que atualmente podemos encontrar Denphal florido praticamente durante o ano todo.
Hoje é possível montar uma coleção de Denphal que contenha plantas de flores verdes, amarelas, brancas, azuladas, marrons, flameadas, estriadas, concolores ou com labelo contrastando com as pétalas e sépalas, e muitas outras variações."

Falenópsis é o nome popular dado a um grande grupo de espécies e híbridos de orquídeas, pertencentes ao gêneroPhalaenopsis. Esta orquídea epífita, apresenta crescimento monopodial, isto é, a folhas novas surgem sobre as folhas mais velhas e ela não apresenta mudas laterais. Desta forma, é muito diícil a multiplicação por divisão da planta, como ocorre com as orquídeas de crescimento simpodial.
As flores da falenópsis são arredondas com as duas pétalas superiores bastante grandes, o labelo é menor e muitas vezes possue coloração diferenciada. As cores variam muito, entre o branco, o rosa, o amarelo, o púrpura, etc, com combinações e tonalidades diferentes, podendo ser pintalgadas ou não.
Além de ser largamente comercializada em vasos, pode ser fixada sobre o tronco das árvores. Muito utilizada como flor-de-corte. É uma planta que confere sofisticação a ambientes internos. A floração ocorre na primavera e verão e as hastes florais devem ser escoradas com um tutor.
Devem ser cultivadas à meia-sombra, em substrato adequado à espécie, em geral preparados para epífitas, como fibras de côco, cascas de árvores, carvão vegetal, entre outros materiais. Aprecia a umidade e deve ser irrigada sempre que o substrato se apresentar seco. Tolerante ao frio.
Multiplica-se comercialmente por sementes e meristema. Raramente surgem brotos na haste floral, neste momento aguardamos seu desenvolvimento e separamos quando apresentar quatro folhas e raízes.

Todos os dendróbios são epífitos, isto é, desenvolvem-se sobre o tronco das árvores. Elas não são parasitas, como muitos poderiam pensar, apenas utilizam as árvores como suporte e proteção para o seu crescimento. Por este motivo elas podem ser cultivadas sobre as árvores, inicialmente amarradas com barbantes ou sisal. Seu efeito fica maravilhoso em palmeiras. Podem ser cultivadas em vasos também, preferencialmente de barro, madeira ou cerâmica, bem forrados com pedriscos para uma perfeita drenagem. O substrato pode ser composto de uma mistura de cascas de árvores, carvão vegetal, cascas e fibras de côco, entre outros materiais próprios para epífitas. Não enterre o rizoma (caule paralelo ao solo) ao plantar seu Dendróbio, ele deve ficar sobre o substrato.
Devem ser cultivados à meia-sombra ou pleno sol (apenas para locais frescos e ventilados), com regas freqüentes no verão e reduzidas no inverno. A adubação deve ser suave e diluída, preferencialmente orgânica, como torta de mamona e farinha de ossos. Atualmente encontramos adubos próprios para orquídeas, de liberação lenta. Multiplica-se por divisão da planta, preservando pelo menos 3 pseudobulbos para cada muda, com rizoma e raízes. Evite subdividir demais as plantas, sob pena de elas enfraquecerem muito.
E desde então a coisa foi pegando fogo, uma orquidea aqui outra ali e essa é uma maravilha porque ela não para de soltar brotos e de florir, o cheiro dela é maravilhoso. oncidium sharry baby

Essa foi uma das primeira adquiridas, como era muito inexperiente não guardei o nome dela, outro dia levei a foto dessa orquídea a um orquidário em Piracicaba, que aliás recomendo, ORQUIDÁRIO DELANTONIA, e a Debora uma querida super simpática, me disse que pode ser uma nobili's tango, mas ainda resta dúvidas se alguém souber pode me dizer.Eu comprei em abril de 2008 e esse ano na mesma época ela floriu novamente. linda!!!!

Nome Técnico:
Paphiopedilum
Nomes Populares :
sapatinho ou queixuda
Família :
Família Orchidaceae
Origem:
Originária da Tailândia
Descrição:
Orquídea de crescimento monopodial, com tamanho até 15cm de folhas estreitas flexíveis, com a nervura central bem marcada.
As flores de 6x9 cm tem formato exótico, onde o labelo tem o formato de um queixo ou sapato, sendo conhecidas como queixuda ou sapatinho.
Por isto os colecionadores desta espécie intitulam-se de sapateiros.
As flores são solitárias em longa haste de 15 cm e permanecem por longo tempo, de até mais de 20 dias.
Floresce da primavera até o verão, dependendo da região.
Um grande número de espécies são encontradas e fazem grande sucesso em exposições e nas floriculturas.
Modo de Cultivo :
Necessitam de cultivo em ripados com sombreamento em torno de 50% e toleram temperaturas que podem ir de 10 a 30ºC, o que nos dá a possibilidade de cultivar este gênero em todo o país.
O substrato de cultivo deve ser bem poroso.
Apesar de terrestre, o solo mineral comum não deve ser usado pois tende a compactar e impedir as raízes de crescerem e respirarem.
Coloque no fundo do vaso pedriscos ou brita, depois casca de coco e de pínus que foram deixados dentro d’água para saturar, deixar escorrer antes de colocar no vaso.
Também colocar sfagno, aquele musgo seco usados pelos floristas.
Esta orquídea não possui pseudobulbo e caule e portanto não tem como armazenar água, por isto necessita que se mantenha o substrato bem poroso levemente úmido, não encharcado.
Se cultivada dentro de casa e não num ripado, a conveniência de manter o substrato e o ambiente úmido pode ser feito colocando uma esponja úmida no prato sob o vaso. Muitos preferem colocar pedrinhas mantidas com um pouco de água, mas sem que o fundo do vaso fique mergulhado nela.
Um problema em tempos de combate a dengue. Pode também regar mais frequente na estação mais quente e seca.
Para adubar esta planta não é preciso muita manutenção, pois tem lento crescimento e não necessita de grande quantidade de nutrientes.
Adubo granulado dissolvido em água (1 colherinha de chá para 2 litros de água), poderá borrifar as folhas e o substrato, a cada 3 meses durante o período vegetativo e 1 vez por semana no mês que antecede a floração.
Paisagismo:
É uma orquídea fácil de cultivar e mesmo sem flores sua folhagem é atrativa, constituindo em belo adorno para cultivo em sacadas e ambientes internos com luminosidade.
(texto tirado do site: www.fazfacil.com.br)